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	<title>Hikarimar</title>
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	<description>Studio Collection</description>
	<lastBuildDate>Thu, 10 Sep 2026 12:30:13 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Hikarimar</title>
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	<item>
		<title>Quem decide as tendências da próxima estação?</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/09/10/quem-decide-as-tendencias-da-proxima-estacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 12:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
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					<description><![CDATA[Diariamente ouvimos falar de tendências. Mas alguma vez paramos para pensar em quem realmente as define? No Hikarimar News do mês de setembro, vamos revelar tudo. Antes de uma tendência aparecer nas montras de uma loja, numa revista de moda ou no nosso scroll pelas redes sociais, existe um longo processo de pesquisa e análise. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diariamente ouvimos falar de tendências. <b>Mas alguma vez paramos para pensar em quem realmente as define?</b></p>
<p>No <b>Hikarimar News</b> do mês de setembro, vamos revelar tudo.</p>
<p>Antes de uma tendência aparecer nas montras de uma loja, numa revista de moda ou no nosso <i>scroll</i> pelas redes sociais, existe um longo processo de pesquisa e análise.</p>
<p>A maioria das pessoas pensa que são os designers ou as grandes <i>Fashion Weeks</i> que ditam as tendências, mas a verdade é que existem <b>equipas especializadas</b> que analisam os padrões comportamentais da sociedade e procuram antecipar aquilo que poderá ser relevante no futuro da moda.</p>
<p>Tudo começa com os <b><i>cool hunters</i></b>, que são, basicamente, “<b>caçadores de tendências</b>”. Estes profissionais observam e identificam sinais de mudança nas ruas, espaços públicos e eventos, analisando o comportamento das pessoas, procurando quais as ideias com potencial para se tornarem uma tendência.</p>
<p>Depois, essa informação é reunida e analisada pelos <b><i>trend forecasters</i></b>, profissionais que estudam comportamentos, cultura, sociedade e mercado para prever quais as tendências que poderão ganhar força no futuro — desde cores e tecidos até estilos, hábitos e padrões de consumo.</p>
<p>Quando começam a surgir sinais semelhantes em diferentes lugares — por exemplo, determinadas cores, padrões ou materiais —, isso pode ser um indicador de que uma nova tendência está a formar-se.</p>
<p>Depois de reunida e analisada toda essa informação, as <b>agências de <i>trend</i> <i>forecasting</i></b> desenvolvem relatórios com propostas de cores, materiais, padrões, silhuetas e outras referências para uma determinada temporada.</p>
<p>Esta informação é, posteriormente, utilizada por marcas, designers e outros profissionais ligados à moda como uma <b>ferramenta de inspiração e orientação para as suas coleções</b>.</p>
<p><b>Então os designers não ditam as tendências?</b></p>
<p>Em parte, sim, pois são eles responsáveis por “pôr mãos à obra” e expressar esses dados de forma única, adaptando-os à sua identidade. E, por isso, o seu trabalho não é só resultado do seu talento e inspiração, mas também influenciado pelos “caçadores de tendências”.</p>
<p>Contudo, hoje em dia, também as <b>redes sociais</b> têm um papel importante na forma como vivemos, nos comportamentos e, naturalmente, na forma como nos vestimos. Plataformas como o Instagram e o TikTok são também importantes fontes de inspiração e <b>potenciais geradoras de tendências</b>.</p>
<p>No fundo, uma tendência não nasce de uma única pessoa ou ideia. É um longo e interessante processo que se inicia muito antes de vermos as peças numa <i>passerelle</i>, numa montra de loja ou numa revista de moda.</p>
<p>Quem sabe um dia não sejamos responsáveis por uma tendência.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comprar roupa na Vinted é realmente sustentável?</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/08/06/comprar-roupa-na-vinted-e-realmente-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 07:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
		<category><![CDATA[vinte; secondhand; clothes; secondhand clothing; fashion; moda; modasustentavel; hikarimar; sustainable fashion]]></category>
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					<description><![CDATA[Comprar roupa a preços acessíveis, vender peças que já não usamos e, ao mesmo tempo, contribuir para um consumo mais consciente parece uma combinação perfeita. É precisamente esta promessa que tem levado milhões de pessoas a aderirem à Vinted. Embora possa parecer uma plataforma recente, a Vinted foi criada em 2008. No entanto, foi sobretudo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Comprar roupa a preços acessíveis, vender peças que já não usamos e, ao mesmo tempo, contribuir para um consumo mais consciente parece uma combinação perfeita. É precisamente esta promessa que tem levado milhões de pessoas a aderirem à <strong>Vinted</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora possa parecer uma plataforma recente, a Vinted foi criada em 2008. No entanto, foi sobretudo nos últimos anos que conquistou uma enorme popularidade, tornando-se uma das <strong>principais plataformas de compra e venda de artigos em segunda mão</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Hoje em dia, a possibilidade de ganhar algum dinheiro extra ou encontrar aquilo que procuramos por um preço mais baixo está à distância de um simples clique.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Vinted encontra-se de tudo um pouco. Este mês, no <strong><em>Hikarimar News</em></strong>, exploramos o universo da roupa em segunda mão e tentamos responder à seguinte questão: <strong>comprar roupa na Vinted é realmente sustentável?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A resposta mais simples é: <strong>sim e não</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Como acontece em quase tudo, existem <strong>vantagens</strong> e <strong>desvantagens</strong>. Comecemos pelos aspetos positivos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Comprar roupa através da Vinted permite <strong>prolongar a vida útil das peças</strong>, dando-lhes uma segunda oportunidade de serem utilizadas por outra pessoa. Além disso, torna possível adquirir roupa a <strong>preços muito mais acessíveis</strong>, evitando que peças em bom estado acabem no lixo e, posteriormente, em aterros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A longo prazo, este modelo de consumo pode contribuir para <strong>reduzir a necessidade de produzir roupa nova</strong>, diminuindo o consumo de recursos naturais, como água e energia, bem como as emissões de gases com efeito de estufa associadas à indústria têxtil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outra vantagem é a possibilidade de encontrar <strong>peças de luxo </strong>e<strong> artigos <em>vintage</em></strong> a preços bastante apelativos. Para quem gosta de criar ou personalizar roupa, a Vinted pode ainda ser uma excelente <strong>fonte de matérias-primas</strong> para projetos de <strong><em>upcycling</em></strong>, permitindo transformar peças usadas em novas criações.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, nem tudo são vantagens. O facto de existirem peças disponíveis a preços muito reduzidos pode incentivar o <strong>consumo por impulso</strong>, levando à compra de artigos que, na realidade, não são necessários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro aspeto a considerar é o <strong>transporte</strong>. Em alguns casos, as encomendas percorrem <strong>rotas mais longas</strong> para reduzir os custos de envio, o que pode resultar num aumento das emissões de gases com efeito de estufa.</p>
<p>A Vinted pode ser uma <strong>ferramenta</strong> <strong>importante</strong> para reduzir o consumo de peças de <em>fast fashion</em>, desde que seja utilizada de f<strong>orma consciente</strong>. No entanto, a forma mais eficaz de tornar a moda mais sustentável continua a ser <strong>consumir menos</strong>, escolhendo peças de <strong>qualidade</strong>, <strong>duradouras</strong>, <strong>intemporais</strong>, <strong>versáteis</strong> e que não sejam adquiridas por impulso ou apenas para seguir uma tendência.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Portugal Fashion: um novo capítulo para a moda portuguesa</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/07/09/portugal-fashion-um-novo-capitulo-para-a-moda-portuguesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 12:57:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os dias 1 e 4 de julho, o Portugal Fashion Experience voltou a levar a moda ao Norte do país. Estivemos presentes em alguns dos desfiles para acompanhar de perto este novo formato e descobrir as coleções que marcaram mais uma edição do evento. Nesta edição, o Portugal Fashion Experience estendeu-se para além do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 1 e 4 de julho, o <strong>Portugal Fashion Experience</strong> voltou a levar a moda ao Norte do país. Estivemos presentes em alguns dos desfiles para acompanhar de perto este novo formato e descobrir as coleções que marcaram mais uma edição do evento.</p>
<p>Nesta edição, o Portugal Fashion Experience estendeu-se para além do <strong>Porto</strong>, passando também por <strong>Matosinhos</strong>, <strong>Paços de Ferreira</strong> e <strong>Ílhavo</strong>. Ao longo de quatro dias, a programação incluiu <strong>desfiles</strong>, <strong>debates</strong> sobre inovação, sustentabilidade e internacionalização, <strong>visitas a fábricas</strong> e empresas do setor têxtil, bem como <strong><em>showrooms</em></strong> e sessões de <strong><em>networking</em></strong>.</p>
<p>O primeiro dia do evento foi dedicado aos bastidores do mundo da moda, com visitas à Spring Garment Experts e à Givachoice Garments, empresas do setor têxtil localizadas em Paços de Ferreira.</p>
<p>O dia ficou também marcado pelo <strong>Portugal Fashion Summit</strong>, que decorreu na sede da ANJE, onde tiveram lugar diversas palestras e debates sobre o <strong>futuro da moda, a sustentabilidade, a inovação e a internacionalização</strong>.</p>
<p>A manhã de 2 de julho começou em Ílhavo, com uma visita à fábrica da <strong>Vista Alegre</strong>, destacando a ligação entre a moda, o design e o património português. As ruas da Costa Nova transformaram-se numa passerelle para acolher a apresentação da coleção Primavera/Verão 2027 de <strong>David Catalán</strong>. Já <strong>Maria Gambina</strong> apresentou duas propostas da sua coleção Primavera/Verão 2026 a bordo de um barco, tendo como cenário as icónicas casas às riscas da Costa Nova.</p>
<p>Durante a tarde, a moda continuou na<strong> Antiga Fábrica de Conservas Vasco da Gama</strong>, onde jovens criadores tiveram a oportunidade de mostrar o seu talento no <strong>BLOOM Contest</strong>. Houve ainda lugar para o desfile da E.PATELYE e para o showcase da ESAD.</p>
<p>O dia terminou com o tão aguardado desfile da <strong>dupla Marques’Almeida</strong>, que marcou a noite com uma coleção repleta de rebeldia, caracterizada por plumas, franjas, brilhos e transparências.</p>
<p>O terceiro dia do Portugal Fashion Experience decorreu no <strong>M-ODU (antigo Matadouro do Porto)</strong>, onde tiveram lugar os desfiles de alguns dos nomes mais conhecidos da moda portuguesa, como <strong>Achor</strong>, <strong>Veehana</strong>, <strong>Pé de Chumbo</strong>, <strong>Hugo Costa</strong>, <strong>Nopin</strong> e <strong>Miguel Vieira</strong>.</p>
<p>A dupla <strong>Ernest W. Baker</strong>, formada por Inês Amorim e Reid Baker, viajou da Semana da Moda de Paris para o Porto, onde apresentou, no seu atelier, uma coleção inspirada no filme <em>Smithereens</em>. A proposta destacou-se por <strong>silhuetas andróginas</strong>, que quebram as barreiras entre os estilos feminino e masculino.</p>
<p>O último dia do evento, a 4 de julho, foi marcado por emoções à flor da pele. <strong>Malteza</strong> e <strong>De Pino</strong> estrearam-se na passerelle do Portugal Fashion, enquanto <strong>Susana Bettencourt</strong> assinalou os 15 anos da sua marca com a apresentação da coleção Equinócio. Num desfile carregado de simbolismo e cor, com todas as peças produzidas de forma artesanal, a designer anunciou também uma pausa na sua atividade criativa.</p>
<p>O último dia ficou igualmente marcado pelo regresso de <strong>Diogo Miranda</strong>, três anos depois, agora como diretor criativo da <strong>A Line</strong>. Apresentou uma coleção ultrafeminina, composta por peças pensadas para todas as ocasiões, sempre pautadas pela elegância.</p>
<p><strong>Estelita Mendonça</strong> questionou os sistemas atuais de produção e consumo, inspirando-se na cultura asiática. <strong>Davii</strong>, <strong>Judy Sanderson</strong> e <strong>Portuguese Shoes</strong> também apresentaram as suas coleções.</p>
<p>A marca <strong>DANEH</strong>, da designer saudita Daneh Buahmad, estreou-se no Portugal Fashion no âmbito da iniciativa “<strong>Portugal Fashion Meets Saudi Arabia</strong>”, que promoveu a colaboração entre a indústria da moda portuguesa e a Arábia Saudita.</p>
<p>Também a marca <strong>(RE)VESTE</strong> desfilou na passerelle do Portugal Fashion, afirmando a moda como uma ferramenta de<strong> inclusão e sustentabilidade</strong>, através do recurso ao <strong><em>upcycling</em></strong> e da promoção da integração de pessoas com deficiência e/ou doença mental.</p>
<p>A dupla composta por José Pinto e João Pereira, da marca <strong>Losiento</strong>, encerrou o evento com a coleção <em>Kill Me Before the War</em>, uma reflexão sobre a guerra, a religião e os tempos que atravessamos. Os designers recorreram ao <strong><em>upcycling</em></strong> e criaram dois vestidos a partir de tecidos de paraquedas da Segunda Guerra Mundial, adquiridos numa loja de segunda mão em Portugal.</p>
<p>O Portugal Fashion assinalou a sua <strong>55.ª edição</strong> após um período particularmente desafiante. Marcado pela <strong>resiliência</strong> e pela <strong>criatividade</strong>, o evento reuniu designers, a indústria da moda, o turismo e o património português, reafirmando o seu papel como uma plataforma de promoção da moda nacional.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Benetton: a marca que coloriu o mundo</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/06/11/benetton-a-marca-que-coloriu-o-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
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					<description><![CDATA[O mundo da moda está repleto de marcas icónicas que marcaram a diferença. Mas há uma que se destaca não apenas pelas suas roupas, mas também pelos estigmas e convenções sociais que desafiou: a Benetton. A história da Benetton começou nos anos 60, na região italiana de Veneto, pelas mãos de Luciano Benetton. Após a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O mundo da moda está repleto de marcas icónicas que marcaram a diferença. Mas há uma que se destaca não apenas pelas suas roupas, mas também pelos estigmas e convenções sociais que desafiou: a <strong>Benetton</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A história da Benetton começou nos<strong> anos 60</strong>, na <strong>região italiana de Veneto</strong>, pelas mãos de <strong>Luciano Benetton</strong>. Após a morte do pai durante a guerra, Luciano assumiu a responsabilidade de ajudar a sustentar a família. A sua irmã, Giuliana, adorava tricotar, e Luciano decidiu transformar essa habilidade num negócio familiar, juntamente com os seus irmãos Giuliana, Carlo e Gilberto. Juntos, começaram a <strong>vender camisolas de cores vibrantes</strong> de porta em porta, dando origem à marca que viria a conquistar o mundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em pouco tempo, passaram de uma simples máquina de costura para uma marca mundialmente reconhecida. Apenas dez anos após a venda da primeira camisola de malha, eram já um dos <strong>maiores compradores de lã do mundo</strong>, com <strong>presença</strong> em <strong>mais de 100 países</strong>, incluindo Estados Unidos e Japão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Luciano Benetton tornou-se um dos mais influentes empresários italianos e transformou a Benetton numa <strong>referência de inovação no setor da moda</strong>. A empresa destacou-se pela aposta em cores vibrantes, pelo desenvolvimento de novas técnicas de produção e por modelos inovadores de fornecimento, <em>franchising</em> e distribuição.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para além do seu modelo de negócio inovador, a Benetton destacou-se pela produção de <strong>peças casuais, confortáveis, de qualidade</strong> e longe de serem aborrecidas. A marca procurou também transmitir uma mensagem através do <strong>slogan <em>United Colors of Benetton</em></strong>, defendendo valores como a <strong>diversidade</strong>, a <strong>inclusão</strong> e o <strong>multiculturalismo</strong>, demonstrando que a moda pode ser uma forma de promover a <strong>união entre diferentes culturas</strong> e comunidades.</p>
<p class="isSelectedEnd">As <strong>campanhas publicitárias</strong> da Benetton, fotografadas por <strong>Oliviero Toscani</strong>, tornaram-se famosas, mas também polémicas, por abordarem temas como o <strong>racismo</strong>, a <strong>desigualdade</strong>, a <strong>guerra</strong>, as <strong>doenças sexualmente transmissíveis</strong> e os <strong>direitos humanos</strong>. Apesar da controvérsia, contribuíram para lançar o <strong>debate sobre questões sociais</strong> que, na década de 1980, eram ainda pouco discutidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além das questões sociais, a <strong>sustentabilidade</strong> é também uma prioridade para a marca italiana, que tem reforçado o seu compromisso com a <strong>responsabilidade e transparência ambiental e social</strong>. Nesse sentido, tem apostado na utilização de materiais mais sustentáveis e em processos de tingimento que requerem um menor consumo de água e uma menor utilização de substâncias químicas.</p>
<p>Apesar das constantes mudanças nos hábitos de consumo e do crescimento das marcas de fast fashion, a Benetton mantém, mais de <strong>60 anos</strong> após a sua fundação, uma <strong>identidade única e difícil de imitar</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 10pt;"><em>*Imagem disponibilizada pela Benetton para fins de comunicação e imprensa (gerada por IA)</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MET Gala: o evento que transforma moda em arte</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/05/07/met-gala-o-evento-que-transforma-moda-em-arte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 10:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
		<category><![CDATA[MET; METGALA; NOVAIORQUE; NEWYORK; ANNAWINTOUR; VOGUE]]></category>
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					<description><![CDATA[O MET Gala aconteceu na passada segunda-feira, em Nova Iorque, voltando a captar a atenção do mundo inteiro com os seus looks extravagantes e a presença de várias celebridades. Mas como surgiu este evento e o que o torna tão especial? O MET Gala é organizado pelo Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>MET Gala</strong> aconteceu na passada segunda-feira, em <strong>Nova Iorque</strong>, voltando a captar a atenção do mundo inteiro com os seus looks extravagantes e a presença de várias celebridades.</p>
<p><strong>Mas como surgiu este evento e o que o torna tão especial?</strong></p>
<p>O MET Gala é organizado pelo <strong><em>Metropolitan Museum of Art</em></strong>, em Nova Iorque, com o objetivo de angariar fundos para o <strong><em>Costume Institute</em></strong>, o departamento dedicado à moda do museu. Tudo começou em <strong>1948</strong> pelas mãos da publicitária Eleanor Lambert, e a primeira gala ficou marcada por um jantar discreto, cujos ingressos custavam cerca de cinquenta dólares. No entanto, tudo mudou na década de 1990.</p>
<p>Em 1995, <strong>Anna Wintour</strong>, antiga editora-chefe da Vogue, assumiu a liderança do evento e transformou esta <strong>gala de beneficência</strong> num dos <strong>maiores e mais importantes eventos de moda</strong> do mundo. Atualmente, reúne algumas das <strong>principais celebridades</strong> do mundo da música, cinema, moda e desporto, sendo a lista de convidados cuidadosamente controlada por Wintour.</p>
<p>Atualmente, os <strong>ingressos</strong> custam mais de <strong>75 mil dólares</strong> e o evento reúne cerca de <strong>600 convidados</strong>. Em 2025, o MET Gala conseguiu angariar aproximadamente 31 milhões de dólares.</p>
<p>Além dos looks extravagantes, existe uma regra que os convidados têm de cumprir: <strong>não utilizar telemóveis</strong> após a entrada no museu.</p>
<p>Todos os anos, a gala apresenta um novo tema, que serve também de inspiração para a exposição anual do <em>Costume Institute</em>. O tema deste ano foi “<strong><em>Fashion is Art</em></strong>”.</p>
<p>Hoje, o MET Gala é muito mais do que um simples evento de beneficência. Tornou-se uma plataforma de expressão artística e criatividade, onde a moda deixa de ser apenas roupa e passa a ser vista como uma <strong>verdadeira forma de arte</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As tendências primavera/verão</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/04/22/as-tendencias-primavera-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
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					<description><![CDATA[A melhor estação chegou e, com ela, surgem as tendências da temporada. Começamos pela cor do ano, revelada pela Pantone: Cloud Dancer. Se, por um lado, surpreende pela sua simplicidade, por outro, é precisamente essa característica que a torna única e nos inspira a descomplicar a vida. Contudo, para contrastar com o “quase branco”, destacam-se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A melhor estação chegou e, com ela, surgem as <strong>tendências</strong> da temporada.</p>
<p>Começamos pela <strong>cor do ano</strong>, revelada pela Pantone: <strong><em>Cloud Dancer</em></strong>. Se, por um lado, surpreende pela sua simplicidade, por outro, é precisamente essa característica que a torna única e nos inspira a descomplicar a vida.</p>
<p>Contudo, para contrastar com o “quase branco”, destacam-se cores como o <strong>azul <em>Klein</em></strong>, o <strong>laranja tangerina</strong>, o <strong>amarelo banana</strong> e o <strong>castanho chocolate</strong>, que relembram a essência da primavera/verão.</p>
<p>Se tivéssemos de escolher um único elemento para definir a primavera, seriam as <strong>flores</strong>. Estas não só marcam presença nos jardins, como também assumem um papel importante nas peças de roupa, afirmando-se como uma das grandes tendências da estação, não só em vestidos e blusas, mas também em acessórios.</p>
<p>A primavera é quase perfeita, mas, no que diz respeito às <strong>saias</strong>, a tendência recai sobre modelos fluidos e <strong>assimétricos</strong>, que ganham um lugar de destaque nesta temporada, sem nunca perder a elegância.</p>
<p>Mas o equilíbrio é essencial na vida, e esta estação também merece um toque de <strong>rebeldia</strong> e <em>Rock &amp; Roll</em>. Esse papel será desempenhado pelos <strong>metalizados</strong>, pormenores que invadirão saias, vestidos e tops, mas apenas para os mais ousados.</p>
<p>Se há algo que sabemos sobre a moda é que ela é <strong>cíclica</strong> e, como em tantas outras primaveras e verões, as <strong>plumas</strong> e as <strong>franjas</strong> voltam a marcar presença, perfeitas para dar um toque feminino aos looks.</p>
<p>Inspiradas no clima britânico, as <strong>gabardines</strong> são a peça que não pode faltar no guarda-roupa primaveril. Além de serem práticas e versáteis, conferem sofisticação a qualquer look.</p>
<p>Por fim, as <strong>transparências</strong> e as <strong>rendas</strong> tornam-se a peça-chave desta estação, pois, além de femininas, permitem um toque atrevido, sem nunca comprometer a elegância.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HAZE</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/04/12/haze/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 10:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
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					<description><![CDATA[Haze Névoa, bruma ou neblina seca, formada por partículas suspensas no ar que reduzem a visibilidade. Poderá o amor ser suficiente para contrariar a nossa mente? Há momentos em que uma névoa envolve a nossa mente, deixando-nos sem rumo, confusos, na incerteza entre continuar ou desistir. Mas nenhuma tempestade é eterna — nem mesmo as da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Haze</strong></p>
<blockquote><p><em>Névoa, bruma ou neblina seca, formada por partículas suspensas no ar que reduzem a </em>visibilidade.</p></blockquote>
<p data-start="124" data-end="185">Poderá o amor ser suficiente para contrariar a nossa mente?</p>
<p data-start="192" data-end="478">Há momentos em que uma névoa envolve a nossa mente, deixando-nos sem rumo, confusos, na incerteza entre continuar ou desistir. Mas nenhuma tempestade é eterna — nem mesmo as da nossa mente. Depois da escuridão, há sempre um novo dia, uma nova oportunidade para o sol voltar a brilhar.</p>
<p><strong>A neblina é necessária para conseguirmos ver com clareza as coisas boas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HAZE</strong> é a nova coleção <strong>primavera-verão</strong> da Hikarimar. Inspire-se nas <strong>3 peças</strong> que criámos:</p>
<p><a href="https://hikarimar.pt/produto/blusa-blur/"><strong>Blur</strong></a>: Ver os momentos de incerteza como oportunidades para traçar novos caminhos.</p>
<p><a href="https://hikarimar.pt/produto/blusa-mist/"><strong>Mist</strong></a>: Acreditar que a névoa que, por vezes, atravessa a nossa mente não durará para sempre.</p>
<p><a href="https://hikarimar.pt/produto/vestido-echo/"><strong>Echo</strong></a>: Ouvir, por detrás da névoa, o eco dos sonhos que nos guiam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>In a haze, but never lost.</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uma vez não são vezes&#8230;</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/03/11/uma-vez-nao-sao-vezes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 21:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hikarimar.pt/?p=5005</guid>

					<description><![CDATA[Hoje dei por mim a rever fotografias de Florença. Confesso que não é a primeira vez. Faço-o muitas vezes para reviver a felicidade daqueles dias. Foi, sem dúvida, uma experiência única que, se tivesse oportunidade, repetiria sem pensar duas vezes. Passar o verão em Itália, conhecer pessoas de todo o mundo e contactar com profissionais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Hoje dei por mim a rever fotografias de Florença. Confesso que não é a primeira vez. Faço-o muitas vezes para reviver a felicidade daqueles dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foi, sem dúvida, uma experiência única que, se tivesse oportunidade, repetiria sem pensar duas vezes. Passar o verão em Itália, conhecer pessoas de todo o mundo e contactar com profissionais que trabalham com algumas das maiores marcas do mundo da moda foi inesquecível, e mais um sonho riscado da minha <em>wishlist</em>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos últimos tempos tenho realizado alguns, mas a Hikarimar será sempre o maior de todos. Mais do que uma paixão, é uma forma de mostrar quem eu sou: o meu lado criativo, resiliente e persistente. Ao mesmo tempo, é também um dos meus maiores desafios mentais. Lidar com imprevistos, expectativas que falham, momentos em que a criatividade parece desaparecer e, por vezes, com a sensação de que talvez não exista um lugar para mim neste mundo, apesar de todo o esforço.</p>
<p class="isSelectedEnd">O mundo da moda é simultaneamente fascinante e complexo. Por alguma razão, o meu pai sempre me disse para não seguir este caminho. Mas, quando algo vive dentro do nosso coração, é impossível ignorá-lo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Todos sabemos que é difícil competir com as gigantes da fast fashion. Com as constantes novidades, a rápida disponibilidade, os preços&#8230;</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas, quando criei a Hikarimar, não foi apenas pela paixão pela moda. Foi também pela vontade de criar algo diferente, especial e feito à mão. Algo que permitisse que aquilo que mais me fascina neste mundo pudesse permanecer através das minhas mãos.</p>
<p class="isSelectedEnd">E, mesmo que devagar, sinto que estou a conseguir.</p>
<p class="isSelectedEnd">Receber uma notificação de uma nova encomenda continua a ser uma sensação muito especial. Mas também há dias frustrantes, em que parece que a única solução é deixar de remar contra a corrente e desistir. Mas, pergunto-me: seria realmente feliz se o fizesse?</p>
<p>Se há algo de que me orgulho na minha personalidade é da capacidade de arranjar sempre um plano B — ou até C. Desistir nunca foi uma opção, porque simplesmente não quero que seja.</p>
<p>Sou muito grata por ter a oportunidade de fazer aquilo de que realmente gosto. A todos os que permitem que este sonho continue real, mais um dia, muito obrigada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em>Cláudia Magalhães</em></p>
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		<title>O poliéster reciclado é mais sustentável?</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/02/18/o-poliester-reciclado-e-mais-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 11:44:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
		<category><![CDATA[poliester; poliestereciclado; modacircular; moda; fashion; plastico;]]></category>
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					<description><![CDATA[O poliéster é uma das fibras mais usadas na indústria têxtil, pois é um material barato, versátil e de elevada durabilidade. Contudo, o seu impacto ambiental não é positivo, uma vez que deriva de combustíveis fósseis, não sendo, de todo, um material sustentável. Numa tentativa de explorar alternativas mais sustentáveis, o poliéster reciclado tem ganho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="0" data-end="262">O <strong>poliéster</strong> é uma das fibras mais usadas na indústria têxtil, pois é um material barato, versátil e de elevada durabilidade. Contudo, o seu impacto ambiental <strong>não é positivo</strong>, uma vez que deriva de combustíveis fósseis, não sendo, de todo, um material sustentável.</p>
<p data-start="264" data-end="478">Numa tentativa de explorar alternativas mais sustentáveis, o <strong>poliéster reciclado</strong> tem ganho destaque nos últimos anos. Mas será mesmo mais sustentável? É isso que vamos abordar no <strong>Hikarimar News</strong> do mês de <strong>fevereiro</strong>.</p>
<p data-start="480" data-end="703">Comecemos por explicar em que consiste o poliéster reciclado. Esta fibra sintética é produzida a partir da <strong>reciclagem de garrafas PET</strong> que, depois de limpas, trituradas e derretidas, dão origem a novas fibras de poliéster.</p>
<p data-start="705" data-end="1100">Este processo permite dar uma nova vida ao plástico, evitando que este seja depositado em aterros ou nos oceanos. A sua produção requer um <strong>menor consumo de energia</strong> e emite uma <strong>menor quantidade de CO₂,</strong> comparativamente com a produção do poliéster convencional. O poliéster reciclado é <strong>igualmente resistente</strong> ao convencional e constitui uma forma, ainda que limitada, de incentivar a moda circular.</p>
<p data-start="1102" data-end="1488">Contudo, nem tudo é um mar de rosas. O poliéster reciclado apresenta algumas <strong>limitações</strong>. Apesar de ser uma forma de reaproveitamento de resíduos plásticos, <strong>não resolve</strong> diretamente o problema do <strong>consumo</strong> deste tipo de material. Além disso, durante a lavagem, o poliéster reciclado <strong>liberta microplásticos</strong>, que facilmente se propagam pelo ambiente, contribuindo para a poluição dos oceanos.</p>
<p data-start="1490" data-end="1874" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Por ser uma fibra reciclada, pode ser submetida a um <strong>menor número de ciclos de reciclagem</strong>, uma vez que ocorre o enfraquecimento das fibras, sendo, por vezes, necessária a introdução de poliéster virgem para aumentar a sua resistência. Por fim, o poliéster reciclado, tal como o convencional, <strong>não é biodegradável</strong>, e por isso, caso não seja descartado corretamente, poderá ter um impacto ambiental significativo.</p>
<p data-start="1490" data-end="1874" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Em suma, o poliéster reciclado <strong>não é uma solução perfeita</strong>, mas representa alguma esperança para tornar a indústria têxtil mais amiga do ambiente, ainda que com muitas limitações. Mais do que substituir um material por outro, o verdadeiro desafio passa por <strong>repensar os nossos padrões de produção e consumo</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Stella McCartney: o luxo aliado à sustentabilidade</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/01/17/stella-mccartney-o-luxo-aliado-a-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 11:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade; modacircular; moda; fashion; sustainablefashion; circularfashion; stellamccartney]]></category>
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					<description><![CDATA[No Hikarimar News do mês de janeiro, destacamos a designer Stella McCartney e o impacto revolucionário da sua marca na moda sustentável. Stella McCartney nasceu em 1971, em Londres, e é filha do músico Paul McCartney e da fotógrafa e ativista dos direitos dos animais Linda McCartney. Cresceu num ambiente criativo e inspirador que influenciou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No <strong>Hikarimar News</strong> do mês de <strong>janeiro</strong>, destacamos a designer <strong>Stella McCartney</strong> e o impacto revolucionário da sua marca na <strong>moda sustentável</strong>.</p>
<p>Stella McCartney nasceu em 1971, em Londres, e é filha do músico Paul McCartney e da fotógrafa e ativista dos direitos dos animais Linda McCartney. Cresceu num ambiente criativo e inspirador que influenciou a sua consciência ambiental e humana.</p>
<p>A sua paixão pela moda revelou-se desde cedo. Aos 13 anos, produziu o seu primeiro casaco e, aos 16, estagiou no atelier de Christian Lacroix, em Paris. Depois, formou-se em <strong>Design de Moda</strong>, em Londres. O seu desfile de graduação revelou já a sua mente brilhante, aliando <em>storytelling</em> e emoção à moda, com as modelos <strong>Naomi Campbell</strong> e <strong>Kate Moss</strong> a desfilarem ao som de uma banda sonora com músicas do seu pai.</p>
<p>Depois de se formar, Stella estagiou na <strong>Savile Row</strong>, em Londres, onde aprendeu técnicas de alfaiataria com alguns dos melhores alfaiates do mundo. Em 1997, assumiu a direção criativa da <strong>Chloé</strong> e, quatro anos depois, lançou a sua própria marca em parceria com o grupo Gucci, atualmente designado Kering. Este grande passo permitiu-lhe focar-se num conceito ainda pouco conhecido na época: <strong>moda de luxo sustentável</strong>.</p>
<p>Nem todos entenderam a sua visão, incluindo Karl Lagerfeld, que duvidou do potencial de Stella, mas McCartney afirmou-se uma verdadeira visionária, provando que a moda não precisa de sacrificar o planeta.</p>
<p>Ao longo da sua carreira, estabeleceu <strong>várias parcerias</strong>, nomeadamente com a Adidas e a GAP, e lançou, em 2005, uma coleção cápsula sustentável com a H&amp;M.</p>
<p>Das peças mais icónicas de Stella McCartney destacam-se a mala <em><strong>Falabella</strong></em>, produzida a partir de couro <em>vegan</em> e <em>nylon</em> reciclado proveniente de garrafas PET, e o vestido de noiva de <strong>Meghan Markle</strong>.</p>
<p>A marca Stella McCartney tem vindo a desenvolver e implementar práticas inovadoras com o objetivo de promover uma moda mais amiga do planeta. O lema <strong data-start="2412" data-end="2452">“zero couro, zero pele e zero penas”</strong> reflete o compromisso com alternativas sustentáveis, recorrendo a<strong> fibras recicladas e materiais</strong> <strong>inovadores</strong>. A viscose e os derivados de madeira são exclusivamente provenientes de florestas certificadas, enquanto as fibras de origem animal seguem rigorosos padrões de bem-estar.</p>
<p>Além disso, a marca criou modelos de <strong>moda circular</strong>, com <strong>programas de devolução</strong> de peças para reciclagem e educando os seus consumidores sobre <strong>como cuidar das suas peças</strong>, de modo a aumentar o seu tempo de vida útil. Criou também o <strong><em>SOS Fund</em></strong>, um programa que investe em <em>startups</em> focadas no <strong>desenvolvimento de tecnologias e materiais sustentáveis</strong>.</p>
<p>Stella McCartney provou que é possível aliar <strong>luxo</strong>, <strong>inovação</strong>, <strong>sustentabilidade</strong>, <strong>sofisticação</strong> e <strong>responsabilidade socioambiental</strong> numa só marca.</p>
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