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	<title>Hikarimar</title>
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	<description>Studio Collection</description>
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	<title>Hikarimar</title>
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		<title>Comprar roupa na Vinted é realmente sustentável?</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/08/06/comprar-roupa-na-vinted-e-realmente-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 07:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
		<category><![CDATA[vinte; secondhand; clothes; secondhand clothing; fashion; moda; modasustentavel; hikarimar; sustainable fashion]]></category>
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					<description><![CDATA[Comprar roupa a preços acessíveis, vender peças que já não usamos e, ao mesmo tempo, contribuir para um consumo mais consciente parece uma combinação perfeita. É precisamente esta promessa que tem levado milhões de pessoas a aderirem à Vinted. Embora possa parecer uma plataforma recente, a Vinted foi criada em 2008. No entanto, foi sobretudo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Comprar roupa a preços acessíveis, vender peças que já não usamos e, ao mesmo tempo, contribuir para um consumo mais consciente parece uma combinação perfeita. É precisamente esta promessa que tem levado milhões de pessoas a aderirem à <strong>Vinted</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora possa parecer uma plataforma recente, a Vinted foi criada em 2008. No entanto, foi sobretudo nos últimos anos que conquistou uma enorme popularidade, tornando-se uma das <strong>principais plataformas de compra e venda de artigos em segunda mão</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Hoje em dia, a possibilidade de ganhar algum dinheiro extra ou encontrar aquilo que procuramos por um preço mais baixo está à distância de um simples clique.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Vinted encontra-se de tudo um pouco. Este mês, no <strong><em>Hikarimar News</em></strong>, exploramos o universo da roupa em segunda mão e tentamos responder à seguinte questão: <strong>comprar roupa na Vinted é realmente sustentável?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A resposta mais simples é: <strong>sim e não</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Como acontece em quase tudo, existem <strong>vantagens</strong> e <strong>desvantagens</strong>. Comecemos pelos aspetos positivos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Comprar roupa através da Vinted permite <strong>prolongar a vida útil das peças</strong>, dando-lhes uma segunda oportunidade de serem utilizadas por outra pessoa. Além disso, torna possível adquirir roupa a <strong>preços muito mais acessíveis</strong>, evitando que peças em bom estado acabem no lixo e, posteriormente, em aterros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A longo prazo, este modelo de consumo pode contribuir para <strong>reduzir a necessidade de produzir roupa nova</strong>, diminuindo o consumo de recursos naturais, como água e energia, bem como as emissões de gases com efeito de estufa associadas à indústria têxtil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outra vantagem é a possibilidade de encontrar <strong>peças de luxo </strong>e<strong> artigos <em>vintage</em></strong> a preços bastante apelativos. Para quem gosta de criar ou personalizar roupa, a Vinted pode ainda ser uma excelente <strong>fonte de matérias-primas</strong> para projetos de <strong><em>upcycling</em></strong>, permitindo transformar peças usadas em novas criações.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, nem tudo são vantagens. O facto de existirem peças disponíveis a preços muito reduzidos pode incentivar o <strong>consumo por impulso</strong>, levando à compra de artigos que, na realidade, não são necessários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro aspeto a considerar é o <strong>transporte</strong>. Em alguns casos, as encomendas percorrem <strong>rotas mais longas</strong> para reduzir os custos de envio, o que pode resultar num aumento das emissões de gases com efeito de estufa.</p>
<p>A Vinted pode ser uma <strong>ferramenta</strong> <strong>importante</strong> para reduzir o consumo de peças de <em>fast fashion</em>, desde que seja utilizada de f<strong>orma consciente</strong>. No entanto, a forma mais eficaz de tornar a moda mais sustentável continua a ser <strong>consumir menos</strong>, escolhendo peças de <strong>qualidade</strong>, <strong>duradouras</strong>, <strong>intemporais</strong>, <strong>versáteis</strong> e que não sejam adquiridas por impulso ou apenas para seguir uma tendência.</p>
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		<title>Portugal Fashion: um novo capítulo para a moda portuguesa</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/07/09/portugal-fashion-um-novo-capitulo-para-a-moda-portuguesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 12:57:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os dias 1 e 4 de julho, o Portugal Fashion Experience voltou a levar a moda ao Norte do país. Estivemos presentes em alguns dos desfiles para acompanhar de perto este novo formato e descobrir as coleções que marcaram mais uma edição do evento. Nesta edição, o Portugal Fashion Experience estendeu-se para além do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 1 e 4 de julho, o <strong>Portugal Fashion Experience</strong> voltou a levar a moda ao Norte do país. Estivemos presentes em alguns dos desfiles para acompanhar de perto este novo formato e descobrir as coleções que marcaram mais uma edição do evento.</p>
<p>Nesta edição, o Portugal Fashion Experience estendeu-se para além do <strong>Porto</strong>, passando também por <strong>Matosinhos</strong>, <strong>Paços de Ferreira</strong> e <strong>Ílhavo</strong>. Ao longo de quatro dias, a programação incluiu <strong>desfiles</strong>, <strong>debates</strong> sobre inovação, sustentabilidade e internacionalização, <strong>visitas a fábricas</strong> e empresas do setor têxtil, bem como <strong><em>showrooms</em></strong> e sessões de <strong><em>networking</em></strong>.</p>
<p>O primeiro dia do evento foi dedicado aos bastidores do mundo da moda, com visitas à Spring Garment Experts e à Givachoice Garments, empresas do setor têxtil localizadas em Paços de Ferreira.</p>
<p>O dia ficou também marcado pelo <strong>Portugal Fashion Summit</strong>, que decorreu na sede da ANJE, onde tiveram lugar diversas palestras e debates sobre o <strong>futuro da moda, a sustentabilidade, a inovação e a internacionalização</strong>.</p>
<p>A manhã de 2 de julho começou em Ílhavo, com uma visita à fábrica da <strong>Vista Alegre</strong>, destacando a ligação entre a moda, o design e o património português. As ruas da Costa Nova transformaram-se numa passerelle para acolher a apresentação da coleção Primavera/Verão 2027 de <strong>David Catalán</strong>. Já <strong>Maria Gambina</strong> apresentou duas propostas da sua coleção Primavera/Verão 2026 a bordo de um barco, tendo como cenário as icónicas casas às riscas da Costa Nova.</p>
<p>Durante a tarde, a moda continuou na<strong> Antiga Fábrica de Conservas Vasco da Gama</strong>, onde jovens criadores tiveram a oportunidade de mostrar o seu talento no <strong>BLOOM Contest</strong>. Houve ainda lugar para o desfile da E.PATELYE e para o showcase da ESAD.</p>
<p>O dia terminou com o tão aguardado desfile da <strong>dupla Marques’Almeida</strong>, que marcou a noite com uma coleção repleta de rebeldia, caracterizada por plumas, franjas, brilhos e transparências.</p>
<p>O terceiro dia do Portugal Fashion Experience decorreu no <strong>M-ODU (antigo Matadouro do Porto)</strong>, onde tiveram lugar os desfiles de alguns dos nomes mais conhecidos da moda portuguesa, como <strong>Achor</strong>, <strong>Veehana</strong>, <strong>Pé de Chumbo</strong>, <strong>Hugo Costa</strong>, <strong>Nopin</strong> e <strong>Miguel Vieira</strong>.</p>
<p>A dupla <strong>Ernest W. Baker</strong>, formada por Inês Amorim e Reid Baker, viajou da Semana da Moda de Paris para o Porto, onde apresentou, no seu atelier, uma coleção inspirada no filme <em>Smithereens</em>. A proposta destacou-se por <strong>silhuetas andróginas</strong>, que quebram as barreiras entre os estilos feminino e masculino.</p>
<p>O último dia do evento, a 4 de julho, foi marcado por emoções à flor da pele. <strong>Malteza</strong> e <strong>De Pino</strong> estrearam-se na passerelle do Portugal Fashion, enquanto <strong>Susana Bettencourt</strong> assinalou os 15 anos da sua marca com a apresentação da coleção Equinócio. Num desfile carregado de simbolismo e cor, com todas as peças produzidas de forma artesanal, a designer anunciou também uma pausa na sua atividade criativa.</p>
<p>O último dia ficou igualmente marcado pelo regresso de <strong>Diogo Miranda</strong>, três anos depois, agora como diretor criativo da <strong>A Line</strong>. Apresentou uma coleção ultrafeminina, composta por peças pensadas para todas as ocasiões, sempre pautadas pela elegância.</p>
<p><strong>Estelita Mendonça</strong> questionou os sistemas atuais de produção e consumo, inspirando-se na cultura asiática. <strong>Davii</strong>, <strong>Judy Sanderson</strong> e <strong>Portuguese Shoes</strong> também apresentaram as suas coleções.</p>
<p>A marca <strong>DANEH</strong>, da designer saudita Daneh Buahmad, estreou-se no Portugal Fashion no âmbito da iniciativa “<strong>Portugal Fashion Meets Saudi Arabia</strong>”, que promoveu a colaboração entre a indústria da moda portuguesa e a Arábia Saudita.</p>
<p>Também a marca <strong>(RE)VESTE</strong> desfilou na passerelle do Portugal Fashion, afirmando a moda como uma ferramenta de<strong> inclusão e sustentabilidade</strong>, através do recurso ao <strong><em>upcycling</em></strong> e da promoção da integração de pessoas com deficiência e/ou doença mental.</p>
<p>A dupla composta por José Pinto e João Pereira, da marca <strong>Losiento</strong>, encerrou o evento com a coleção <em>Kill Me Before the War</em>, uma reflexão sobre a guerra, a religião e os tempos que atravessamos. Os designers recorreram ao <strong><em>upcycling</em></strong> e criaram dois vestidos a partir de tecidos de paraquedas da Segunda Guerra Mundial, adquiridos numa loja de segunda mão em Portugal.</p>
<p>O Portugal Fashion assinalou a sua <strong>55.ª edição</strong> após um período particularmente desafiante. Marcado pela <strong>resiliência</strong> e pela <strong>criatividade</strong>, o evento reuniu designers, a indústria da moda, o turismo e o património português, reafirmando o seu papel como uma plataforma de promoção da moda nacional.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Benetton: a marca que coloriu o mundo</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/06/11/benetton-a-marca-que-coloriu-o-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
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					<description><![CDATA[O mundo da moda está repleto de marcas icónicas que marcaram a diferença. Mas há uma que se destaca não apenas pelas suas roupas, mas também pelos estigmas e convenções sociais que desafiou: a Benetton. A história da Benetton começou nos anos 60, na região italiana de Veneto, pelas mãos de Luciano Benetton. Após a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O mundo da moda está repleto de marcas icónicas que marcaram a diferença. Mas há uma que se destaca não apenas pelas suas roupas, mas também pelos estigmas e convenções sociais que desafiou: a <strong>Benetton</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd">A história da Benetton começou nos<strong> anos 60</strong>, na <strong>região italiana de Veneto</strong>, pelas mãos de <strong>Luciano Benetton</strong>. Após a morte do pai durante a guerra, Luciano assumiu a responsabilidade de ajudar a sustentar a família. A sua irmã, Giuliana, adorava tricotar, e Luciano decidiu transformar essa habilidade num negócio familiar, juntamente com os seus irmãos Giuliana, Carlo e Gilberto. Juntos, começaram a <strong>vender camisolas de cores vibrantes</strong> de porta em porta, dando origem à marca que viria a conquistar o mundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em pouco tempo, passaram de uma simples máquina de costura para uma marca mundialmente reconhecida. Apenas dez anos após a venda da primeira camisola de malha, eram já um dos <strong>maiores compradores de lã do mundo</strong>, com <strong>presença</strong> em <strong>mais de 100 países</strong>, incluindo Estados Unidos e Japão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Luciano Benetton tornou-se um dos mais influentes empresários italianos e transformou a Benetton numa <strong>referência de inovação no setor da moda</strong>. A empresa destacou-se pela aposta em cores vibrantes, pelo desenvolvimento de novas técnicas de produção e por modelos inovadores de fornecimento, <em>franchising</em> e distribuição.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para além do seu modelo de negócio inovador, a Benetton destacou-se pela produção de <strong>peças casuais, confortáveis, de qualidade</strong> e longe de serem aborrecidas. A marca procurou também transmitir uma mensagem através do <strong>slogan <em>United Colors of Benetton</em></strong>, defendendo valores como a <strong>diversidade</strong>, a <strong>inclusão</strong> e o <strong>multiculturalismo</strong>, demonstrando que a moda pode ser uma forma de promover a <strong>união entre diferentes culturas</strong> e comunidades.</p>
<p class="isSelectedEnd">As <strong>campanhas publicitárias</strong> da Benetton, fotografadas por <strong>Oliviero Toscani</strong>, tornaram-se famosas, mas também polémicas, por abordarem temas como o <strong>racismo</strong>, a <strong>desigualdade</strong>, a <strong>guerra</strong>, as <strong>doenças sexualmente transmissíveis</strong> e os <strong>direitos humanos</strong>. Apesar da controvérsia, contribuíram para lançar o <strong>debate sobre questões sociais</strong> que, na década de 1980, eram ainda pouco discutidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além das questões sociais, a <strong>sustentabilidade</strong> é também uma prioridade para a marca italiana, que tem reforçado o seu compromisso com a <strong>responsabilidade e transparência ambiental e social</strong>. Nesse sentido, tem apostado na utilização de materiais mais sustentáveis e em processos de tingimento que requerem um menor consumo de água e uma menor utilização de substâncias químicas.</p>
<p>Apesar das constantes mudanças nos hábitos de consumo e do crescimento das marcas de fast fashion, a Benetton mantém, mais de <strong>60 anos</strong> após a sua fundação, uma <strong>identidade única e difícil de imitar</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 10pt;"><em>*Imagem disponibilizada pela Benetton para fins de comunicação e imprensa (gerada por IA)</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MET Gala: o evento que transforma moda em arte</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/05/07/met-gala-o-evento-que-transforma-moda-em-arte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 10:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
		<category><![CDATA[MET; METGALA; NOVAIORQUE; NEWYORK; ANNAWINTOUR; VOGUE]]></category>
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					<description><![CDATA[O MET Gala aconteceu na passada segunda-feira, em Nova Iorque, voltando a captar a atenção do mundo inteiro com os seus looks extravagantes e a presença de várias celebridades. Mas como surgiu este evento e o que o torna tão especial? O MET Gala é organizado pelo Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>MET Gala</strong> aconteceu na passada segunda-feira, em <strong>Nova Iorque</strong>, voltando a captar a atenção do mundo inteiro com os seus looks extravagantes e a presença de várias celebridades.</p>
<p><strong>Mas como surgiu este evento e o que o torna tão especial?</strong></p>
<p>O MET Gala é organizado pelo <strong><em>Metropolitan Museum of Art</em></strong>, em Nova Iorque, com o objetivo de angariar fundos para o <strong><em>Costume Institute</em></strong>, o departamento dedicado à moda do museu. Tudo começou em <strong>1948</strong> pelas mãos da publicitária Eleanor Lambert, e a primeira gala ficou marcada por um jantar discreto, cujos ingressos custavam cerca de cinquenta dólares. No entanto, tudo mudou na década de 1990.</p>
<p>Em 1995, <strong>Anna Wintour</strong>, antiga editora-chefe da Vogue, assumiu a liderança do evento e transformou esta <strong>gala de beneficência</strong> num dos <strong>maiores e mais importantes eventos de moda</strong> do mundo. Atualmente, reúne algumas das <strong>principais celebridades</strong> do mundo da música, cinema, moda e desporto, sendo a lista de convidados cuidadosamente controlada por Wintour.</p>
<p>Atualmente, os <strong>ingressos</strong> custam mais de <strong>75 mil dólares</strong> e o evento reúne cerca de <strong>600 convidados</strong>. Em 2025, o MET Gala conseguiu angariar aproximadamente 31 milhões de dólares.</p>
<p>Além dos looks extravagantes, existe uma regra que os convidados têm de cumprir: <strong>não utilizar telemóveis</strong> após a entrada no museu.</p>
<p>Todos os anos, a gala apresenta um novo tema, que serve também de inspiração para a exposição anual do <em>Costume Institute</em>. O tema deste ano foi “<strong><em>Fashion is Art</em></strong>”.</p>
<p>Hoje, o MET Gala é muito mais do que um simples evento de beneficência. Tornou-se uma plataforma de expressão artística e criatividade, onde a moda deixa de ser apenas roupa e passa a ser vista como uma <strong>verdadeira forma de arte</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As tendências primavera/verão</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/04/22/as-tendencias-primavera-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
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					<description><![CDATA[A melhor estação chegou e, com ela, surgem as tendências da temporada. Começamos pela cor do ano, revelada pela Pantone: Cloud Dancer. Se, por um lado, surpreende pela sua simplicidade, por outro, é precisamente essa característica que a torna única e nos inspira a descomplicar a vida. Contudo, para contrastar com o “quase branco”, destacam-se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A melhor estação chegou e, com ela, surgem as <strong>tendências</strong> da temporada.</p>
<p>Começamos pela <strong>cor do ano</strong>, revelada pela Pantone: <strong><em>Cloud Dancer</em></strong>. Se, por um lado, surpreende pela sua simplicidade, por outro, é precisamente essa característica que a torna única e nos inspira a descomplicar a vida.</p>
<p>Contudo, para contrastar com o “quase branco”, destacam-se cores como o <strong>azul <em>Klein</em></strong>, o <strong>laranja tangerina</strong>, o <strong>amarelo banana</strong> e o <strong>castanho chocolate</strong>, que relembram a essência da primavera/verão.</p>
<p>Se tivéssemos de escolher um único elemento para definir a primavera, seriam as <strong>flores</strong>. Estas não só marcam presença nos jardins, como também assumem um papel importante nas peças de roupa, afirmando-se como uma das grandes tendências da estação, não só em vestidos e blusas, mas também em acessórios.</p>
<p>A primavera é quase perfeita, mas, no que diz respeito às <strong>saias</strong>, a tendência recai sobre modelos fluidos e <strong>assimétricos</strong>, que ganham um lugar de destaque nesta temporada, sem nunca perder a elegância.</p>
<p>Mas o equilíbrio é essencial na vida, e esta estação também merece um toque de <strong>rebeldia</strong> e <em>Rock &amp; Roll</em>. Esse papel será desempenhado pelos <strong>metalizados</strong>, pormenores que invadirão saias, vestidos e tops, mas apenas para os mais ousados.</p>
<p>Se há algo que sabemos sobre a moda é que ela é <strong>cíclica</strong> e, como em tantas outras primaveras e verões, as <strong>plumas</strong> e as <strong>franjas</strong> voltam a marcar presença, perfeitas para dar um toque feminino aos looks.</p>
<p>Inspiradas no clima britânico, as <strong>gabardines</strong> são a peça que não pode faltar no guarda-roupa primaveril. Além de serem práticas e versáteis, conferem sofisticação a qualquer look.</p>
<p>Por fim, as <strong>transparências</strong> e as <strong>rendas</strong> tornam-se a peça-chave desta estação, pois, além de femininas, permitem um toque atrevido, sem nunca comprometer a elegância.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>HAZE</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/04/12/haze/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 10:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
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					<description><![CDATA[Haze Névoa, bruma ou neblina seca, formada por partículas suspensas no ar que reduzem a visibilidade. Poderá o amor ser suficiente para contrariar a nossa mente? Há momentos em que uma névoa envolve a nossa mente, deixando-nos sem rumo, confusos, na incerteza entre continuar ou desistir. Mas nenhuma tempestade é eterna — nem mesmo as da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Haze</strong></p>
<blockquote><p><em>Névoa, bruma ou neblina seca, formada por partículas suspensas no ar que reduzem a </em>visibilidade.</p></blockquote>
<p data-start="124" data-end="185">Poderá o amor ser suficiente para contrariar a nossa mente?</p>
<p data-start="192" data-end="478">Há momentos em que uma névoa envolve a nossa mente, deixando-nos sem rumo, confusos, na incerteza entre continuar ou desistir. Mas nenhuma tempestade é eterna — nem mesmo as da nossa mente. Depois da escuridão, há sempre um novo dia, uma nova oportunidade para o sol voltar a brilhar.</p>
<p><strong>A neblina é necessária para conseguirmos ver com clareza as coisas boas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HAZE</strong> é a nova coleção <strong>primavera-verão</strong> da Hikarimar. Inspire-se nas <strong>3 peças</strong> que criámos:</p>
<p><a href="https://hikarimar.pt/produto/blusa-blur/"><strong>Blur</strong></a>: Ver os momentos de incerteza como oportunidades para traçar novos caminhos.</p>
<p><a href="https://hikarimar.pt/produto/blusa-mist/"><strong>Mist</strong></a>: Acreditar que a névoa que, por vezes, atravessa a nossa mente não durará para sempre.</p>
<p><a href="https://hikarimar.pt/produto/vestido-echo/"><strong>Echo</strong></a>: Ouvir, por detrás da névoa, o eco dos sonhos que nos guiam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>In a haze, but never lost.</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uma vez não são vezes&#8230;</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/03/11/uma-vez-nao-sao-vezes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 21:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje dei por mim a rever fotografias de Florença. Confesso que não é a primeira vez. Faço-o muitas vezes para reviver a felicidade daqueles dias. Foi, sem dúvida, uma experiência única que, se tivesse oportunidade, repetiria sem pensar duas vezes. Passar o verão em Itália, conhecer pessoas de todo o mundo e contactar com profissionais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Hoje dei por mim a rever fotografias de Florença. Confesso que não é a primeira vez. Faço-o muitas vezes para reviver a felicidade daqueles dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foi, sem dúvida, uma experiência única que, se tivesse oportunidade, repetiria sem pensar duas vezes. Passar o verão em Itália, conhecer pessoas de todo o mundo e contactar com profissionais que trabalham com algumas das maiores marcas do mundo da moda foi inesquecível, e mais um sonho riscado da minha <em>wishlist</em>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos últimos tempos tenho realizado alguns, mas a Hikarimar será sempre o maior de todos. Mais do que uma paixão, é uma forma de mostrar quem eu sou: o meu lado criativo, resiliente e persistente. Ao mesmo tempo, é também um dos meus maiores desafios mentais. Lidar com imprevistos, expectativas que falham, momentos em que a criatividade parece desaparecer e, por vezes, com a sensação de que talvez não exista um lugar para mim neste mundo, apesar de todo o esforço.</p>
<p class="isSelectedEnd">O mundo da moda é simultaneamente fascinante e complexo. Por alguma razão, o meu pai sempre me disse para não seguir este caminho. Mas, quando algo vive dentro do nosso coração, é impossível ignorá-lo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Todos sabemos que é difícil competir com as gigantes da fast fashion. Com as constantes novidades, a rápida disponibilidade, os preços&#8230;</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas, quando criei a Hikarimar, não foi apenas pela paixão pela moda. Foi também pela vontade de criar algo diferente, especial e feito à mão. Algo que permitisse que aquilo que mais me fascina neste mundo pudesse permanecer através das minhas mãos.</p>
<p class="isSelectedEnd">E, mesmo que devagar, sinto que estou a conseguir.</p>
<p class="isSelectedEnd">Receber uma notificação de uma nova encomenda continua a ser uma sensação muito especial. Mas também há dias frustrantes, em que parece que a única solução é deixar de remar contra a corrente e desistir. Mas, pergunto-me: seria realmente feliz se o fizesse?</p>
<p>Se há algo de que me orgulho na minha personalidade é da capacidade de arranjar sempre um plano B — ou até C. Desistir nunca foi uma opção, porque simplesmente não quero que seja.</p>
<p>Sou muito grata por ter a oportunidade de fazer aquilo de que realmente gosto. A todos os que permitem que este sonho continue real, mais um dia, muito obrigada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em>Cláudia Magalhães</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O poliéster reciclado é mais sustentável?</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/02/18/o-poliester-reciclado-e-mais-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 11:44:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
		<category><![CDATA[poliester; poliestereciclado; modacircular; moda; fashion; plastico;]]></category>
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					<description><![CDATA[O poliéster é uma das fibras mais usadas na indústria têxtil, pois é um material barato, versátil e de elevada durabilidade. Contudo, o seu impacto ambiental não é positivo, uma vez que deriva de combustíveis fósseis, não sendo, de todo, um material sustentável. Numa tentativa de explorar alternativas mais sustentáveis, o poliéster reciclado tem ganho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="0" data-end="262">O <strong>poliéster</strong> é uma das fibras mais usadas na indústria têxtil, pois é um material barato, versátil e de elevada durabilidade. Contudo, o seu impacto ambiental <strong>não é positivo</strong>, uma vez que deriva de combustíveis fósseis, não sendo, de todo, um material sustentável.</p>
<p data-start="264" data-end="478">Numa tentativa de explorar alternativas mais sustentáveis, o <strong>poliéster reciclado</strong> tem ganho destaque nos últimos anos. Mas será mesmo mais sustentável? É isso que vamos abordar no <strong>Hikarimar News</strong> do mês de <strong>fevereiro</strong>.</p>
<p data-start="480" data-end="703">Comecemos por explicar em que consiste o poliéster reciclado. Esta fibra sintética é produzida a partir da <strong>reciclagem de garrafas PET</strong> que, depois de limpas, trituradas e derretidas, dão origem a novas fibras de poliéster.</p>
<p data-start="705" data-end="1100">Este processo permite dar uma nova vida ao plástico, evitando que este seja depositado em aterros ou nos oceanos. A sua produção requer um <strong>menor consumo de energia</strong> e emite uma <strong>menor quantidade de CO₂,</strong> comparativamente com a produção do poliéster convencional. O poliéster reciclado é <strong>igualmente resistente</strong> ao convencional e constitui uma forma, ainda que limitada, de incentivar a moda circular.</p>
<p data-start="1102" data-end="1488">Contudo, nem tudo é um mar de rosas. O poliéster reciclado apresenta algumas <strong>limitações</strong>. Apesar de ser uma forma de reaproveitamento de resíduos plásticos, <strong>não resolve</strong> diretamente o problema do <strong>consumo</strong> deste tipo de material. Além disso, durante a lavagem, o poliéster reciclado <strong>liberta microplásticos</strong>, que facilmente se propagam pelo ambiente, contribuindo para a poluição dos oceanos.</p>
<p data-start="1490" data-end="1874" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Por ser uma fibra reciclada, pode ser submetida a um <strong>menor número de ciclos de reciclagem</strong>, uma vez que ocorre o enfraquecimento das fibras, sendo, por vezes, necessária a introdução de poliéster virgem para aumentar a sua resistência. Por fim, o poliéster reciclado, tal como o convencional, <strong>não é biodegradável</strong>, e por isso, caso não seja descartado corretamente, poderá ter um impacto ambiental significativo.</p>
<p data-start="1490" data-end="1874" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Em suma, o poliéster reciclado <strong>não é uma solução perfeita</strong>, mas representa alguma esperança para tornar a indústria têxtil mais amiga do ambiente, ainda que com muitas limitações. Mais do que substituir um material por outro, o verdadeiro desafio passa por <strong>repensar os nossos padrões de produção e consumo</strong>.</p>
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		<title>Stella McCartney: o luxo aliado à sustentabilidade</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2026/01/17/stella-mccartney-o-luxo-aliado-a-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 11:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade; modacircular; moda; fashion; sustainablefashion; circularfashion; stellamccartney]]></category>
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					<description><![CDATA[No Hikarimar News do mês de janeiro, destacamos a designer Stella McCartney e o impacto revolucionário da sua marca na moda sustentável. Stella McCartney nasceu em 1971, em Londres, e é filha do músico Paul McCartney e da fotógrafa e ativista dos direitos dos animais Linda McCartney. Cresceu num ambiente criativo e inspirador que influenciou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No <strong>Hikarimar News</strong> do mês de <strong>janeiro</strong>, destacamos a designer <strong>Stella McCartney</strong> e o impacto revolucionário da sua marca na <strong>moda sustentável</strong>.</p>
<p>Stella McCartney nasceu em 1971, em Londres, e é filha do músico Paul McCartney e da fotógrafa e ativista dos direitos dos animais Linda McCartney. Cresceu num ambiente criativo e inspirador que influenciou a sua consciência ambiental e humana.</p>
<p>A sua paixão pela moda revelou-se desde cedo. Aos 13 anos, produziu o seu primeiro casaco e, aos 16, estagiou no atelier de Christian Lacroix, em Paris. Depois, formou-se em <strong>Design de Moda</strong>, em Londres. O seu desfile de graduação revelou já a sua mente brilhante, aliando <em>storytelling</em> e emoção à moda, com as modelos <strong>Naomi Campbell</strong> e <strong>Kate Moss</strong> a desfilarem ao som de uma banda sonora com músicas do seu pai.</p>
<p>Depois de se formar, Stella estagiou na <strong>Savile Row</strong>, em Londres, onde aprendeu técnicas de alfaiataria com alguns dos melhores alfaiates do mundo. Em 1997, assumiu a direção criativa da <strong>Chloé</strong> e, quatro anos depois, lançou a sua própria marca em parceria com o grupo Gucci, atualmente designado Kering. Este grande passo permitiu-lhe focar-se num conceito ainda pouco conhecido na época: <strong>moda de luxo sustentável</strong>.</p>
<p>Nem todos entenderam a sua visão, incluindo Karl Lagerfeld, que duvidou do potencial de Stella, mas McCartney afirmou-se uma verdadeira visionária, provando que a moda não precisa de sacrificar o planeta.</p>
<p>Ao longo da sua carreira, estabeleceu <strong>várias parcerias</strong>, nomeadamente com a Adidas e a GAP, e lançou, em 2005, uma coleção cápsula sustentável com a H&amp;M.</p>
<p>Das peças mais icónicas de Stella McCartney destacam-se a mala <em><strong>Falabella</strong></em>, produzida a partir de couro <em>vegan</em> e <em>nylon</em> reciclado proveniente de garrafas PET, e o vestido de noiva de <strong>Meghan Markle</strong>.</p>
<p>A marca Stella McCartney tem vindo a desenvolver e implementar práticas inovadoras com o objetivo de promover uma moda mais amiga do planeta. O lema <strong data-start="2412" data-end="2452">“zero couro, zero pele e zero penas”</strong> reflete o compromisso com alternativas sustentáveis, recorrendo a<strong> fibras recicladas e materiais</strong> <strong>inovadores</strong>. A viscose e os derivados de madeira são exclusivamente provenientes de florestas certificadas, enquanto as fibras de origem animal seguem rigorosos padrões de bem-estar.</p>
<p>Além disso, a marca criou modelos de <strong>moda circular</strong>, com <strong>programas de devolução</strong> de peças para reciclagem e educando os seus consumidores sobre <strong>como cuidar das suas peças</strong>, de modo a aumentar o seu tempo de vida útil. Criou também o <strong><em>SOS Fund</em></strong>, um programa que investe em <em>startups</em> focadas no <strong>desenvolvimento de tecnologias e materiais sustentáveis</strong>.</p>
<p>Stella McCartney provou que é possível aliar <strong>luxo</strong>, <strong>inovação</strong>, <strong>sustentabilidade</strong>, <strong>sofisticação</strong> e <strong>responsabilidade socioambiental</strong> numa só marca.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O que é Fairtrade?</title>
		<link>https://hikarimar.pt/2025/12/03/o-que-e-fairtrade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Magalhães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 00:40:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hikarimar News]]></category>
		<category><![CDATA[fairtrade; sustentabilidade; moda; slowfashion; sustentability;]]></category>
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					<description><![CDATA[No Hikarimar News do mês de dezembro voltamos a falar de sustentabilidade, e desta vez o tema é Fairtrade. Este conceito não é exclusivo da moda, e provavelmente  já o viram numa ida ao supermercado. Mas hoje vamos explicar o que significa Fairtrade especificamente no universo da moda. Sabemos que grande parte da roupa de marcas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Hikarimar News do mês de dezembro voltamos a falar de sustentabilidade, e desta vez o tema é <strong><em>Fairtrade</em></strong>.</p>
<p>Este conceito não é exclusivo da moda, e provavelmente  já o viram numa ida ao supermercado. Mas hoje vamos explicar o que significa <strong><em>Fairtrade</em></strong> especificamente no universo da <strong>moda</strong>.</p>
<p>Sabemos que grande parte da roupa de marcas <em>fast fashion</em> é produzida de forma precária, não assegurando as condições mínimas dignas de quem as produz e não havendo qualquer transparência no processo de produção.</p>
<p>De forma a contrariar esta assustadora realidade, surgiu o <strong>movimento <em>Fairtrade</em></strong>. A ideia é simples: garantir que todos os trabalhadores envolvidos na cadeia têxtil têm <strong>boas condições de trabalho</strong>, <strong>salários justos</strong> e que toda a produção é feita de forma <strong>ética</strong> e <strong>sustentável</strong>.</p>
<p>Além de criar oportunidades para trabalhadores economicamente desfavorecidos, garante que todos os trabalhadores tenham um <strong>contrato de trabalho</strong>, assegurando <strong>transparência</strong> e uma <strong>comunicação</strong> <strong>honesta</strong> entre todos os elementos da cadeia têxtil.</p>
<p>Também ajuda a <strong>combater</strong> o <strong>trabalho infantil</strong> e forçado e defende a <strong>não discriminação</strong>, a <strong>igualdade</strong> de género e o <strong>empoderamento</strong> das <strong>mulheres</strong>, oferecendo formação e apoio nas áreas de gestão.</p>
<p>Por último, esta certificação incentiva a indústria têxtil a r<strong>espeitar o ambiente</strong>, adotando práticas que ajudem a reduzir a pegada ecológica.</p>
<p>Quando uma marca ou produto recebe esta <strong>certificação</strong>, significa que <strong>respeita os seus trabalhadores e o ambiente</strong>. Para as marcas, é uma forma de assumir responsabilidade social e ambiental de forma transparente. Para os consumidores, é uma oportunidade de fazer <strong>escolhas mais conscientes</strong>.</p>
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